
"DE VOLTA À
PILANTRAGEM"
SHOW "DE VOLTA À PILANTRAGEM" ESPECIAL

WILSON
SIMONAL
Mais de cinco décadas depois de incendiar palcos com seu balanço inconfundível, Wilson Simonal volta a ganhar vida no show intitulado “De Volta à Pilantragem” Um Tributo a Simonal. O espetáculo é interpretado por Andarilho Cha, artista multidisciplinar de Osasco (SP), que passeia por clássicos da carreira de Simonal, de “Tributo a Martin luther King” a”País Tropical”, passando por “Zazueira” e Sá Marina. Mais do que uma reconstituição sonora, Cha propõe um reencontro com a potência popular de Simonal e com a complexidade de sua trajetória, marcada por glória, censura, silenciamento, resignação e renascimento. O movimento “Pilantragem” foi um fenômeno cultural e musical criado e liderado por Simonal no final dos anos 1960, que era um estilo de vida descompromissado que propunha uma mistura de ritmos que unia o balanço do samba com a sofisticação da bossa nova e o peso da soul music americana. Bem-vindos de volta a Pilantragem!
ANDARILHO
CHA
Andarilho Cha é cantor, compositor, ator e artista multidisciplinar de Osasco (SP). Sua obra transita entre a MPB poética, o pop experimental, a música eletrônica e influências do Funk construindo uma linguagem própria de vanguarda periférica, que une musicalidade, teatralidade e narrativas poéticas. Sua arte nasce do movimento, da transformação e do encontro entre diferentes linguagens artísticas. Sua produção artística celebra a potência da cultura periférica e propõe novos olhares sobre identidade, pertencimento e resistência, a partir da perspectiva de um artista preto, periférico e LGBT+ em constante movimento.


SINOPSE
“De Volta à Pilantragem” celebra a música, a resistência e especialmente a alegria que marcaram a obra de Wilson Simonal, artista que conquistou o Brasil com seu swing entre samba, soul e pop, e que teve sua imagem injustamente associada à ditadura militar, antes de ser reabilitado pela história como uma de suas vítimas. Na voz e na presença cênica de Andarilho Cha, artista preto, periférico e LGBT+, esse repertório ganha uma nova camada de sentido, em diálogo com questões de identidade, pertencimento e resistência. O resultado é um show de entretenimento de primeira linha e também um convite à reflexão sobre memória e representatividade na música popular brasileira.